sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Desemprego no Brasil cai para 7,5% em novembro


Taxa de 2015 é a mais alta para o mês em sete anos.

O salário médio de quem tem trabalho também está menor do que em 2014.


Em novembro, o desemprego no Brasil caiu para 7,5%. Mas é a taxa mais alta para o mês em sete anos. 

Em 2014, nesse mesmo período, o desemprego estava em menos de 5%. O salário médio de quem tem trabalho também está menor do que há um ano.

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Entenda rito de impeachment de Dilma após julgamento do Supremo Tribunal Federal

O Supremo Tribunal Federal (STF) elaborou hoje (17) o novo rito do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, em resposta à ação do PCdoB que paralisou o processo no último dia 8.


O julgamento girou em torno de quatro pontos que geraram polêmica no andamento do rito, como a formação da Comissão Especial da Câmara e a autonomia do Senado em arquivar o pedido de impeachment.


Das pautas, duas inviabilizam o processo tocado por Eduardo Cunha (PMDB) até aqui. Ficou decidido que a Comissão Especial da Câmara só pode ser formada por indicados por líderes de partidos, inviabilizando quaisquer chapas avulsas, e que a votação para escolha destes representantes deve ser sempre aberta.


A votação secreta que elegeu a chapa de oposição, portanto estaria inviabilizada.


Com relação aos pontos pedidos pelo PCdoB para ampliar as chances de defesa da presidente Dilma, ficou acertado que não há necessidade de defesa na atual altura do processo, como pedia o partido na tentativa de deslegitimar a deflagração do procedimento por parte de Cunha, e que o Senado tem, sim, poder e autonomia para arquivar o processo, mesmo depois de encaminhado pela Câmara.


Veja abaixo como votaram os ministros: 
            PB AGORA

Governo promete quitar parte da dívida da saúde com estados e municípios

Com uma dívida de R$ 3,8 bilhões com a saúde de estados e municípios, reclamada pelo Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), o governo federal prometeu publicar amanhã (18) Medida Provisória que quita R$ 2,5 bilhões desse débito.
De acordo com o Ministério da Saúde, o valor é suficiente para cobrir os custos dos serviços de média e alta complexidade de dezembro dos entes federados.
Segundo Mauro Junqueira, presidente do Conasems, o montante está atrasado em uma semana, descumprindo pacto assinado por municípios, estados e Ministério da Saúde, que estabelece repasses mensais previstos na Constituição Federal, em duas parcelas, nos dias 10 e 30 de cada mês.
O total da primeira parcela deveria cobrir despesas com atenção básica, onde estão postos de saúde, e com média e alta complexidade, onde se encaixam hospitais, hemocentros, centros de oncologia, entre outros serviços. Porém, os repasses de amanhã só deverão contemplar o segundo segmento.
“Estamos vendo todos os dias hospitais fecharem as portas e cirurgias serem desmarcadas”, disse Junqueira, ao reclamar do atraso e da insuficiência de verbas. Para 2016, a previsão de déficit calculada pelo Conasems para a saúde é de quase R$17 bilhões, “e estamos falando em recursos só para manter a estrutura que já temos, sem aumentar um leito”.
Junqueira, que é secretário de saúde de São Lourenço (MG), disse que em seu município a situação é grave: “Ainda não conseguimos pagar os salários de novembro, nem o décimo terceiro. O hospital reduziu atendimentos, estamos conversando com a diretoria para encontrar uma forma de mantê-lo aberto”.
Em entrevistas a jornalistas, o ministro da Saúde, Marcelo Castro, reconhece que o orçamento da pasta para 2016 é insuficiente e que precisaria ser pelo menos uma vez e meia maior para suprir as necessidades do setor. Uma das soluções defendidas pelo ministro é o retorno da Contribuição Provisória por Movimentação Financeira (CPMF) destinada à saúde.
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quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Emília revela seu segredo a Lívia

Chegou o momento de Lívia (Alinne Moraes) saber a real ligação de Emília (Ana Beatriz Nogueira) e Vitória (Irene Ravache). Depois de ouvir a conversa da mãe com Alberto (Juca de Oliveira), a sommelier exige que eles contem toda a verdade. Os dois tentam desconversar, mas Lívia tem certeza do que ouviu: “Vô, eu não  louca. Me explica, vô? A mamãe é filha da Vitória?! Por que ela disse isso?!”.

Sem saída, Emília revela à filha toda a verdade – pelo menos até a parte que ela sabe. “Ela me abandonou quando eu era uma criança! A mim e ao seu avô! Fugiu com outro homem na nossa frente e nunca mais quis saber de mim! Esqueceu que tinha uma filha! Uma menina que a adorava e que perdeu a voz de desgosto”, diz a empresária. A conversa é interrompida quando Alberto passa mal e é socorrido pela filha e pela neta.
Será remorso de estar escondendo de todos o que realmente aconteceu naquela época? Não perca as cenas que vão ao ar nesta sexta-feira, 18/12. Saiba mais sobre esse capítulo.
REVEJA: Emília planeja nova vingança contra Vitória
GSHOW

Honda lança Accord reestilizado no Brasil; vendas começam em janeiro

                           Dianteira tem nova grade e para-choque, além de faróis com LED.
Central multimídia ganhou GPS e espelhamento de celulares.


A Honda anunciou nesta quinta-feira (17) a chegada do 
Accord reestilizado ao país. O sedã é importado dos Estados Unidos, e estará disponível nas concessionárias da marca em janeiro. Ainda não há preço definido.

A linha 2016 do Accord ganhou visual mais esportivo, mesmo assim, contido, para um sedã executivo. Na frente, os faróis agora levam luzes diurnas e faróis de LED, enquanto o para-choque foi redesenhado. Na grade, os três filetes cromados ganharam um novo formato, mais envolventes na parte central dos faróis.

Além disso, as rodas são novas, com um desenho mais esportivo e parte do acabamento em preto. Já na traseira, as mudanças são menores, e incluem uma nova barra cromada entre as lanternas, para-choque redesenhado e lanternas com LEDs.
Nas medidas, o sedã cresceu 2 centímetros, chegando a 4,91 m de comprimento. O entre-eixos, de 2,78 m, foi mantida.
G1

Em conversa reservada, Levy adota tom de despedida

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, adotou um tom de despedida em conversas reservadas que teve com parlamentares nesta quinta-feira (17). Ele sinalizou, de forma clara, que sua missão no governo Dilma estava chegando ao fim.

A interlocutores, Levy explicou que há uma pressão cada vez maior da própria base aliada para uma flexibilização da política econômica. O ministro da Fazenda lembra que o processo de impeachment faz com que Dilma fique mais sensível aos apelos de sua base de sustentação contra o rigor fiscal adotado pela equipe econômica.

Levy discordou do Palácio do Planalto, por exemplo, na definição da meta fiscal de 2016. Ele resistia à redução de 0,7% para 0,5% do PIB, conforme o governo enviou ao Congresso. "A relação entre Dilma e Levy está tensa", reconheceu ao Blog um ministro próximo da presidente Dilma.
G1

Operação Acrônimo tem busca e apreensões em SP e no DF

                     Superior Tribunal de Justiça determinou o sigilo da ação desta quarta (16).
                                Operação investiga possível esquema de lavagem de dinheiro.


Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão em São Paulo e no Distrito Federal, na quarta fase da Operação Acrônimo. O Superior Tribunal de Justiça determinou o sigilo da ação desta quarta-feira (16).
A operação começou em maio, pra investigar um possível esquema de lavagem de dinheiro e de desvio de recursos públicos, pra financiar campanhas eleitorais. Um dos suspeitos de favorecimento é o governador de Minas GeraisFernando Pimentel, do PT.  Ele já negou as acusações e disse que está colaborando com as investigações.
www.g1.com.br/jn