terça-feira, 15 de março de 2016

Villa-Lobos e Bonfá levam músicas da Legião Urbana para João Pessoa

O projeto “Legião Urbana - XXX Anos” passa por João Pessoa com show no dia 25 de maio, na véspera do feriado de Corpus Christi. Com Dado Villa-Lobos (guitarra) e Marcelo Bonfá (bateria), integrantes da formação original, a apresentação é um tributo à banda que acabou junto com a morte do vocalista Renato Russo, em 1996.

Ainda não há a confirmação do local, nem o preço dos ingressos. Os shows da “Legião Urbana – XXX Anos” são divididos em duas partes: na primeira, eles tocam o primeiro disco na ordem original, e na segunda, alguns dos clássicos da banda junto a cantores e cantoras convidados.

Acompanham Dado e Bonfá no palco: na segunda guitarra Lucas Vasconcellos (Letuce); no baixo Mauro Berman (Cabeza de Panda, Marcelo D2) e nos teclados Roberto Pollo (Cirque du Soleil). Quem divide os vocais com o público é o ator e cantor André Frateschi.

Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá conseguiram na Justiça o direito de utilizar o nome Legião Urbana. Por anos, os músicos lutaram contra a família de Renato Russo pelo direito de utilizar o nome da banda que ajudaram a tornar um ícone do rock brasileiro. O projeto comemorativo do primeiro álbum da banda inclui a edição especial e uma série de shows.

G1

MPT investiga denúncias de assédio em empresas de call center na PB

São 55 denúncias de não pagamento de indenizações até assédio sexual. Empresa diz que comissão avalia irregularidades e há canais de reclamação.

Pelo menos 55 denúncias contra empresas de call center estão sendo investigadas pelo Ministério Público do Trabalho na Paraíba (MPT-PB) . De acordo com o procurador Eduardo Varandas, as denúncias variam desde o não pagamento de indenizações até mesmo o assédio sexual. A TV Cabo Branco conversou com dois ex-funcionários de uma empresa de João Pessoa que denunciaram as experiências que teriam vivido na empresa.

Uma mulher, que não quis se identificar, contou que trabalhou durante sete meses como operadora de telemarketing em uma unidade da empresa que fica no bairro de José Américo. Segundo ela, este tempo foi suficiente para ver e sofrer uma série de irregularidades trabalhistas.

“Quando eu cheguei lá no banco, no dia 4 [deste mês], eu fui sacar meu PIS e não tive direito. [Disseram] que eu trabalhei menos de 15 dias, apenas 12 dias. Eu trabalhei sete meses, não trabalhei 12 dias. O abono família é direito do trabalhador. Se você tem filho até 14 anos, ele tem o direito de receber esse valor. Eu nunca recebi. E muitas das pessoas, elas são pressionadas a ser botadas pra fora [sic]. Ou você pede pra sair ou então eles colocam você por justa causa. É dessa forma que funciona”, disse.

A mulher também comenta sobre situações de assédio sexual que teria vivido durante o expediente. “O supervisor passou por mim, puxou a alça do meu sutiã sem a minha permissão. Eu estava trabalhando. Estava nessa posição [sentada] e ele passou a mão na minha perna dizendo: ‘batata de perna grossa’. Eu não dei direito a ele nem a absolutamente ninguém. E fora isso ele chegou perto de mim e disse ‘se você fosse 20 anos mais velha eu te pegava’”, contou.

Outro ex-funcionário da mesma empresa falou que também não recebeu o PIS e que ninguém explicou o porquê. Ele também falou sobre a pressão excessiva e assédio moral na cobrança para atingir metas. “Lá tem uma pausa de 10 minutos. É uma pausa-banheiro. Um supervisor se chateou e ele foi atrás das meninas no banheiro. Ele entrou no banheiro à procura delas”, denunciou.
O procurador do MPT-PB, Eduardo Varandas, explica que as denúncias dos ex-funcionários fazem parte dos procedimentos investigados pelo órgão, e que outras denúncias semelhantes também foram feitas. Varandas diz que o valor da condenação pode chegar até a casa dos milhões.

“Cada procedimento tem seu andamento. Alguns em andamento inicial e outros em fase de conclusão, com a propositura de ação. Aí a gente pode pedir condenação de até R$ 20 milhões, dependendo da natureza do dano. O que a gente não pode permitir é a impunidade e essa postura arbitrária e praticamente lesiva aos preceitos constitucionais ligados à dignidade da pessoa humana”, conclui.

G1/PB

segunda-feira, 14 de março de 2016

Clínicas populares viram alternativa para quem não pode pagar plano

Quase 800 mil brasileiros deixaram os planos de saúde em 2015. Clínicas oferecem consultas e exames a preços populares. 

Quase 800 mil brasileiros deixaram de ter planos de saúde em 2015.

Depois de perder o emprego e o plano de saúde, Alberto Dias andou penando na fila do SUS.
“Eu estou com uma série de problemas de saúde. Tentei por várias vezes. Não consegui”, conta o motorista desempregado.
Ele descobriu uma clínica particular em São Paulo, que diz cobrar preços populares. A consulta saiu na hora.
“Eu vim uma vez, fui atendido. E agora estou retornando pra fazer um exame que o médico pediu”, diz.

Exames também ficam mais em conta, garantem os médicos. A rede, que tem dez clínicas, pretende chegar a 30 até o fim de 2016.

“Eu acho que, por conta de toda essa situação ruim do setor da saúde, muitas pessoas perderam o emprego e faltam opções. O SUS está extremamente estressado. A gente cresceu, em média, nos últimos 3 meses, 30% ao mês”, aponta Thomaz Srougi, administrador da rede.

Essas clínicas só podem começar a funcionar depois de obter o registro dos conselhos regionais de Medicina e não podem fazer captação de clientes. As empresas ficam sujeitas a penalidades se exigirem dos pacientes o pagamento de taxas ou de mensalidades.

“Se cobram dele uma taxa, que normalmente é mensal, para ter direito de participar desse tipo de atendimento, ele deve desconfiar. A escolha deve ser livre e, o atendimento, de qualidade, com uma remuneração digna, dentro de uma razoabilidade de mercado”, explica o presidente do Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais, Fábio Augusto Guerra.A ANS, Agência Nacional de Saúde Suplementar, divulgou que, em 2015, quase 800 mil pessoas deixaram de ter plano de saúde. E esses clientes são o público-alvo de uma clínica particular recém-inaugurada em Belo Horizonte.

“Nossa consulta clínica, ginecológica, pediátrica, [está] em torno de R$ 70. As demais especialidades, R$ 90”, afirma a clínica-geral Camila de Medeiros.
Claudinéia dos Santos estava no pronto-socorro público, que fica do outro lado da rua da clínica. Desistiu depois de esperar quatro horas pelo atendimento. Na clínica popular ela gastou dinheiro e ainda saiu falando bem.

“Aqui é um lugar que o preço é mais básico e a gente é bem atendido”, conta a dona de casa.

www.g1.com.br/jn

Lollapalooza: Veja resumo do 2º dia em textos, vídeo, fotos e gifs

Alabama Shakes, Noel Gallagher e Jack Ü foram destaque no domingo (13).Edição de 2016 do festival vendeu total de 160 mil ingressos em dois dias.




Foi o famoso "tudo junto e misturado" o segundo e último dia do Lollapalooza 2016.

Teve a alma soul do Alabama Shakes, os produtores de Justin Bieber unidos sob a alcunha de Jack Ü, a diva performática Florence Welch, além de Noel Gallagher e Albert Hammond Jr para viúvas roqueiras matarem a saudade de Oasis e Strokes.

75 mil pessoas estiveram no domingo (13) no Autódromo de Interlagos, uma multidão visivelmente mais volumosa que a do ano passado, somando 160 mil ingressos vendidos nos dias de evento. Confira abaixo os pontos altos do Lollapalooza no domingo.

G1

Para Marina, caminho para fim da crise passa pelo TSE

A ex-senadora Marina Silva (REDE-AC) afirmou, em artigo enviado ao Blog, que "quanto mais se torna evidente que o dinheiro da corrupção da Petrobras alimentou o caixa de campanha da chapa Dilma-Temer na aliança PT/PMDB, mais se coloca o imperativo ético de uma saída via Tribunal Superior Eleitoral (TSE)”.

Na opinião de Marina, "quando se vive uma situação com essa gravidade, só existem duas saídas, a política e a justiça”. "Neste momento falta à política a credibilidade e a capacidade para encontrar saídas; resta-lhe pedir o apoio da justiça, para que a ajude a se reconectar com a potência de sua inegável primazia”, afirma ela.

Como informou o Blog, uma das linhas de investigação nascida da 23ª fase da Lava Jato é a de que as transferências de um suposto operador do esquema na Petrobras e do grupo Odebrecht para conta secreta no exterior do publicitário João Santana seriam pagamentos de caixa 2 de campanha da presidente Dilma Rousseff.

G1

Jovem Aprendiz Bradesco 2016 inscrições abertas

Jovem aprendiz Bradesco 2016 inscrições. O Bradesco é a escolha perfeita para jovens com potencial e vontade de crescimento. Valorizamos a carreira interna, propiciando desenvolvimento pessoal e ascensão profissional. Nos últimos anos, o Bradesco foi reconhecido pelas principais mídias como um dos melhores lugares para se trabalhar.

JOVEM APRENDIZ BRADESCO 2016 inscriçõesO banco Bradesco é um dos maiores que temos no setor privado, ele está em constante desenvolvimento e por isso sempre contrata novos profissionais para fazer parte do quadro de funcionários. Ao trabalhar na Organização Bradesco, você tem diversas opções para crescer e ter sucesso na carreira.

DA NET

Médicos da rede pública de João Pessoa paralisam atividades a partir de hoje

A saúde em João Pessoa vem passando por uma crise recorrente e alarmante. Troca-troca de secretários, falta de medicações e instrumentos de trabalho nas Unidades de Saúde da Família e nos hospitais tem sido recorrente.

Nesta segunda-feira (14), os médicos da rede de saúde pública de João Pessoa anunciaram que irão paralisar suas atividades por cinco dias. Ou seja, a população não contará com os atendimentos ambulatoriais e cirurgias eletivas até o próxima sexta-feira (18).

Os médicos hemodinamicistas, que são os cardiologistas responsáveis pelas cirurgias de cateterismo, também resolveram paralisar suas atividades e reivindicam reajuste de salário, pois não o recebem há mais de oito anos. Eles também estão garantindo os atendimentos de urgência e emergência nos hospitais, mas caso as suas reivindicações não sejam atendidas, ameaçam paralisar todo o serviço de atendimento.

Em nota, o Sindicato dos Médicos do Estado da Paraíba (Simed-PB) relatou toda via crucis das negociações com a PMJP e a falta de resposta em todas elas.

LEIA NA ÍNTEGRA / PARAIBA JÁ