sábado, 8 de junho de 2019

Quinzinho vai atrás de Vanessa e a beija: 'Deixa eu ficar aqui essa noite?'

No próximo capítulo da novela das 7, 'Verão 90': playboy fica arrasado com término do casamento e procura consolo nos braços da pilantra.


Quinzinho (Caio Paduan) procura por Vanessa (Camila Queiroz) após se separar de Dandara (Dandara Mariana), em 'Verão 90' — Foto: Estevam Avellar/ TV Globo
Quinzinho está arrasado por conta do término do seu relacionamento com Dandara (Dandara Mariana). Apesar de culpar Vanessa (Camila Queiroz), ele vai atrás da pilantra e pede abrigo na casa dela.

QUINZINHO CULPA VANESSA

O dono da Pop TV está arrasado por seu casamento com Dandara ter chegado ao fim. Ele, então, telefona para Vanessa e tira satisfações:
“Que palhaçada foi essa de ligar pra Dandara do meu celular?? Você pirou, Vanessa?”
Vanessa (Camila Queiroz) consegue o que deseja: separar Quinzinho (Caio Paduan) e Dandara (Dandara Mariana); em 'Verão 90' — Foto: TV Globo
“Seu casamento acabou porque a Dandara nunca te deu valor! Essa é a verdade! Ela não tá nem aí pra você!”, dispara ela.

QUINZINHO VAI ATRÁS DE VANESSA

No fim do dia, Vanessa se surpreende ao ver Quinzinho na porta de seu apartamento.
“Quinzinho, você tava tão chateado comigo.. O que aconteceu?”, ela pergunta.
“Deixa eu ficar aqui essa noite...?”, pede o playboy, que ainda tasca um beijo na gata.
Ainda nesse capítulo: Gisela descobre que Mercedes armou para separar Dandara e Quinzinho! 
Vanessa (Camila Queiroz) consegue o que deseja: separar Quinzinho (Caio Paduan) e Dandara (Dandara Mariana); em 'Verão 90' — Foto: TV Globo
“Seu casamento acabou porque a Dandara nunca te deu valor! Essa é a verdade! Ela não tá nem aí pra você!”, dispara ela.

QUINZINHO VAI ATRÁS DE VANESSA

No fim do dia, Vanessa se surpreende ao ver Quinzinho na porta de seu apartamento.
“Quinzinho, você tava tão chateado comigo.. O que aconteceu?”, ela pergunta.
“Deixa eu ficar aqui essa noite...?”, pede o playboy, que ainda tasca um beijo na gata.
Ainda nesse capítulo: Gisela descobre que Mercedes armou para separar Dandara e Quinzinho! 😲

GISELA PROCURA DANDARA


Advogado de Najila diz que pode deixar caso se ela não mostrar vídeo completo

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Najila afirmou em depoimento na sexta-feira (7) que o vídeo de sete minutos sobre o encontro com Neymar em Paris estava num tablet roubado de seu apartamento.

O advogado de Najila Trindade Mendes de Souza, que acusa Neymar de agressão e estupro, disse neste sábado (8) por telefone que pode deixar o caso, se ela não apresentar as provas que diz ter contra o jogador. Danilo Garcia de Andrade citou o restante de um vídeo que Najila diz ter gravado.
Najila afirmou em depoimento, na sexta-feira (7), que o vídeo que ela gravou no hotel, no segundo encontro com Neymar, de sete minutos, estava num tablet -- que segundo ela foi furtado do apartamento dela.
Até agora, só foi divulgado um minuto do vídeo.
Policiais especializados em encontrar as impressões digitais analisaram as marcas na porta do apartamento de Najila e só encontraram impressões digitais dela e da empregada.
O advogado disse também que Najila relatou a ele que tem provas guardadas num cofre, mas que ele ainda não teve acesso ao material.
No depoimento que deu à Polícia Civil de São Paulo na sexta-feira, a modelo deu duas versões diferentes sobre o segundo encontro que teve com o jogador em Paris, no dia seguinte em que teria ocorrido o sexo não consensual.
Na primeira, disse que gravou todo o encontro. Em seguida, mudou a versão, e disse ter desligado o celular, com medo de que Neymar percebesse.
Após o depoimento de seis horas, Najila passou mal e deixou a 6ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de São Paulo carregada pelo advogado. A advogada de Neymar disse que o jogador deve prestar depoimento na próxima semana.

Mais informações g1

Solicitação de Lombada no Alto do Mateus


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     Á rua principal do Alto do Mateus há tempo desperta atenção para lombada próxima ao condomínio "MARINA" o bairro aumentou sua área comercial.

Os moradores solicitam a lombada devído á descida dos carros entre ás ruas Coronel Joca velho e Valdemiro Fernandes. Os carros com passagens para Mamanguape, Santa Rita, Bayeux, Centro.

O trânsito considerável princiaplmente no fim da tarde horário de movimentação da padaria aumenta o pedido dos motoristas.

A rua principal trafegada por carros ,caminhões.ônibus, requer cuidados da população agradecida por construção dos calçamentos de algumas ruas.


Marina Abravanel Rouseff
Jornalista

UFCG disponibiliza 689 vagas para alunos de outras instituições

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Momentos especiais e o que dá match no relacionamento.

Rayssa Bratillieri e André Luiz Frambach falam o que dá match


 dessa coleção e retratam os diferentes tipos de casal que existem. São eles: Casal Cinema, Casal Geek, Casal Guloseima, Casal Rock e Casal Esportista. Qual será o ícone que representa o casal #Raydré?
Rayssa Bratillieri e André Luiz Frambach falam o



Que dá match
Difícil descrever o match entre Rayssa Bratillieri e André Luiz Frambach. Totalmente apaixonados e juntos há 3 meses, os atores já viajaram juntos com as famílias e assumiram a relação séria. Fofos, né,
A felicidade do casal #Raydré — Foto: Pedro Serra
Para comemorar o Dia dos Namorados, que, aliás, será o primeiro deles juntinhos, os dois foram convidados pela Life by Vivara para falar de seus momentos especiais e o que dá match no relacionamento. 

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sexta-feira, 7 de junho de 2019

VALE A PENA VER DENOVO:Relembre a história de Por Amor, novela que chega ao Vale a Pena Ver de Novo

Nesta segunda-feira, dia 29 de abril, Por Amor entra em cartaz no Vale a Pena Ver de Novo. A novela de Manoel Carlos foi originalmente exibida entre outubro de 1997 e maio de 1998. Só para ilustrar, já figurou na faixa vespertina entre julho de 2002 e janeiro de 2003. Além disso, o Canal Viva a reapresentou em duas ocasiões nesse ínterim. A saber, em 2010 e em 2017. Mesmo assim a história de Helena (Regina Duarte), que faz qualquer coisa para tornar a filha Maria Eduarda (Gabriela Duarte) feliz e salvo das mazelas do mundo, ainda parece ter potencial para comover os espectadores e conquistar boa audiência. Haja vista a boa receptividade que sua nova reprise tem tido nas redes sociais, por exemplo. Vamos relembrar a trama da novela.
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O início de Por Amor

A máxima geral que permeia as atitudes dos personagens da novela é a seguinte: “O que você seria capaz de fazer por amor?”. Conhecemos algumas das figuras centrais de Por Amor em Veneza, na Itália, onde Helena e Eduarda estão por motivos opostos. Enquanto a primeira quer esquecer um namoro fracassado, a segunda está a poucos dias de se casar com Marcelo (Fábio Assunção). Nessa viagem, Helena conhece o charmoso e galanteador Atílio Novelli (Antonio Fagundes). Arquiteto, ele trabalha na empresa de empreendimentos imobiliários de Arnaldo (Carlos Eduardo Dolabella). Este é casado com Branca Letícia (Susana Vieira), namorada de Atílio na juventude que não o esquecera. Arnaldo e Branca são os pais de Marcelo, além de terem também Milena (Carolina Ferraz) e Leonardo (Murilo Benício).
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João diz que nome de RC já é consenso no PSB para a disputa pela PMJP em 2020

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O governador João Azevêdo (PSB) afirmou nesta terça-feira (4) que o PSB deve indicar paras disputar a Prefeitura Municipal de João Pessoa no pleito que se avizinha.
Enfático, o atual chefe do executivo estadual declarou que caso seja da vontade do ex-governador Ricardo Coutinho (PSB), não há o que se discutir, ele será o  nome da sigla na Capital paraibana.
 “Eu não tenho dúvida nenhuma, se for da vontade dele, o nome está posto e já está discutido, o nome é Ricardo”, disse João Azevêdo. 
Segundo o governador, o nome de Ricardo é consenso dentro do PSB.
Nomes como o da deputada Cida Ramos, Estela Bezerra, que já disputaram o posto, também respaldam a indicação do ex-chefe do executivo para a disputa. 
Recentemetne, em sua rede social, Ricardo postou uma foto da época em que disputou, pela primeira vez, à prefeitura da Capital, e saiu vencedor. Isso foi o suficiente para acelerar as especulações de que Ricardo estará no páreo o ano que vem.
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É o fraco! Ricardo Coutinho agora é colunista da Carta Capital

O ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) estreou sua coluna na Carta Capital. O primeiro artigo do socialista trata sobre educação e foi publicado nesta quinta-feira (6).
Confira texto na íntegra abaixo ou clicando aqui:
A centralidade da educação na oposição ao governo Bolsonaro
Em nome desse país pujante, justo, inclusivo, democrático, que se deve fazer da defesa da educação o principal eixo de oposição ao governo
Talvez as melhores métricas para avaliar um gestor público sejam sua capacidade de interpretar as reais necessidades da população a que serve – em escala nacional, estadual ou municipal – e o trabalho que se dispõe a realizar, no sentido de atendê-las integralmente, mesmo que isso signifique desenvolver projetos de prazo mais largo do que um único mandato.
Não é um acidente, portanto, que um bom gestor deva se inserir em um projeto político cuidadosamente construído, que contemple quadros técnicos de excelência e que tenha uma concepção de futuro clara, a ponto de colocar programas, projetos, ideias em perspectiva.
A interpretação do cenário político atual, visto a partir dessa concepção simples, mostra as razões pelas quais o Brasil se avizinha rapidamente de uma situação desastrosa, que precisa ser revertida o quanto antes.
O governo Bolsonaro, no que se refere a quadros, disse desde cedo a que veio. Escolheu precocemente um ultraliberal para o Ministério da Economia, engatando o país em mais uma aventura que associa a devoção ao mercado a uma agressiva desconstrução das políticas públicas – a Argentina de Macri mostra de forma exemplar, a que cenários se pode chegar com isso.
No outro extremo da composição da equipe do governo, a definição tardia e desastrada para o Ministério da Educação (MEC). Se pensarmos que as prioridades são refletidas pelo ordenamento e importância das ações, veremos sem grande dificuldade qual é o imaginário que move esse governo.
Devemos ir além, contudo. Considerar o primeiro dirigente do MEC apenas como inábil ou inepto é insuficiente. É preciso compreender sua gestão na perspectiva ampla do projeto do governo para a educação, que envolve nitidamente um vetor moral, quase religioso.
Dentro dessa lógica, a atuação do ministro Ricardo Vélez tinha por meta refundar a educação brasileira, orientando-a para uma direção na qual seu potencial crítico fosse praticamente aniquilado, em nome da subserviência a valores que, no mínimo, nada têm a ver com uma sociedade democrática – laicidade, reflexão crítica, liberdade de cátedra etc.
O ministro Abraham Weintraub não apenas preservou essa concepção geral, como a intensificou para mirar o ensino universitário, tentando silenciar as instituições de ensino e pesquisa; fragilizando suas condições operacionais, protegido sob a insinuação bizarra de que nas universidades e institutos federais se realizaria uma ampla “balbúrdia”, financiada pelo erário público.
Houve quem creditasse esse desatino ao anti-intelectualismo que professa o governo Bolsonaro, o que é correto, mas é necessário ir além. O que o faz governo com as recentes iniciativas do MEC é afirmar, pura e simplesmente, que o ensino universitário público não convém ao contribuinte, sendo caro demais para que a sociedade o suporte com recursos escassos “tomados” às empresas e famílias.
Até onde nos leva essa visão rançosa do ensino superior? Diretamente a um projeto de subalternidade nacional, a interesses que advogam um país sem a ambição de atingir uma condição de liderança no cenário mundial; a gente que não quer que o país melhore e, em o fazendo, ofereça oportunidades aos que têm na educação uma chance real de melhorar sua qualidade de vida.
Nesse contexto de descalabro, cabe pensar as iniciativas governistas de forma sistêmica, que explica porque a composição do governo tenha se iniciado com o Ministério da Economia e terminado pelo Ministério da Educação.
Essa “cobra que morde o próprio rabo”, compondo um círculo fechado entre início e fim, indica que o governo não tem qualquer apreço por um projeto de desenvolvimento que signifique soberania, autonomia, emancipação, inclusão social. Enfim, um projeto político que atenda às reais necessidades do grosso da população a que deve servir.
É preciso, portanto, fazer-lhe a devida frente, em benefício de outra qualidade de futuro. É exatamente por isso, porque se trata de futuro, que a luta em defesa de uma educação pública e de qualidade tem centralidade absoluta.
Damos voz com essa luta aos jovens, e a um país que só poderá ser construído com um genuíno sentimento de brasilidade. É em nome desse país pujante, justo, inclusivo, democrático, que se deve transformar a defesa da educação pública no principal eixo de oposição ao governo Bolsonaro: é justamente esse o fio que desfaz todo o novelo do desatino que afronta o Brasil.