segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Núcleo de inteligência vai apurar 25 mil indícios de irregularidade em contas de campanhas

Técnicos do Núcleo de Inteligência da Justiça Eleitoral, que reúne diversos órgãos de fiscalização, identificaram até o fim de outubro 25.064 indícios de irregularidades nas prestações de contas dos candidatos nas eleições deste ano. 

As suspeitas envolvem doações e gastos de campanha de candidatos a deputado, senador, governador e presidente. O total de recursos sob suspeita soma R$ 53,7 milhões. A principal suspeita diz respeito a artifícios empregados por empresas para fazer doações a candidatos, o que é proibido por lei.
O Núcleo de Inteligência envolve especialistas de:

São técnicos desses órgãos que vão avaliar se efetivamente houve fraude. Não foram divulgados nomes dos candidatos com indícios de irregularidades nas contas porque a questão ainda será investigada.
Se confirmadas fraudes, doadores de campanhas, fornecedores e políticos beneficiados podem sofrer punições, entre as quais multa, suspensão de repasses de recursos públicos e até cassação do mandato no caso dos eleitos. 


Os indícios de irregularidades mais verificados entre os doadores e fornecedores nas prestações de contas deste ano são os seguintes:
  • Funcionários de empresas - Os técnicos do núcleo de inteligência suspeitam que doações de funcionários de uma mesma empresa para um mesmo candidato sejam uma forma de burlar a proibição de financiamento por parte de empresas. Desde as eleições municipais de 2016, as campanhas só podem receber recursos públicos ou doações de pessoas físicas.
  •  
  • Bolsa Família - Também foram registrados casos de doações de cidadãos cadastrados no Bolsa Família e cujas doações são incompatíveis com a renda declarada. 
  • Doador morto - Há ainda situações em que o doador já havia falecido, segundo registro de óbito.
  • Empresário parente - Entre os fornecedores, há casos que envolvem empresas que prestaram serviços para a campanha e cujos donos têm relação de parentesco com o candidato, o que é considerado suspeito.
  • Empresas de filiados a partidos - Outra suspeita recai sobre empresas criadas recentemente, depois de 2015, com algum dos sócios filiado a partido político.
Empresas estão impedidas de fazer doações para campanhas eleitorais 

G1

sábado, 3 de novembro de 2018

Veja trajetória do presidente eleito Jair Bolsona

Veja trajetória do presidente eleito Jair Bolsonaro.

Jair Messias Bolsonaro está na política há quase 30 anos. Foi vereador no Rio, deputado federal por sete mandatos, e começou a construir a candidatura à presidência há quatro anos. O repórter Paulo Renato Soares mostra a trajetória do novo presidente desde a infância, no interior de São Paulo, as polêmicas em que se envolveu e algumas das primeiras medidas que Bolsonaro.

O repórter Paulo Renato Soares mostra a trajetória das primeiras medidas que Bolsonaro do novo presidente desde a infância.

 

João Azevedo aproveita datas especiais ao lado de familiares

8 de outubro

Paraibanas e paraibanos,
A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas sorrindo, criança e atividades ao ar livre Hoje é um dia muito especial. Quero agradecer a Deus por este momento, à minha família, minha mulher Ana, aos três filhos e aos cinco netos, me desculpem pela ausência dos últimos meses.

Está é uma vitória coletiva, foram muitas as mãos que construíram este momento.

Agradeço aos 1.119.758 paraibanos pela renovação da confiança neste projeto que transformou a Paraíba e continuará transformando.Agradeço aos que nos apoiaram, Prefeitos, Vice-Prefeitos, Deputados, Vereadores, Lideranças de todos os municípios, que mesmo antes de qualquer número de pesquisa indicar que estávamos no caminho certo se integraram nesta caminhada;Agradeço ao condutor deste momento especial que a Paraíba vive, meu amigo e governador deste Estado Ricardo Coutinho.

Esta não foi uma vitória do dia para noite. Com muita humildade, mas também com muita determinação, vencemos etapas importantes.

Houve quem disse lá atrás: NÃO EMPLACA, NÃO DECOLA, VAI SER SUBSTITUÍDO.
A esses “analistas” e alguns veículos de imprensa, eu digo: não subestimem o povo, não subestimem o povo paraibano.

Trabalhei muito para chegar até aqui, vencendo batalhas cotidianas para fazer nossa campanha avançar. E cada batalha vencida nos fortaleceu muito e nos deu a convicção que venceríamos estas eleições.
Conversamos com os cidadãos e cidadãs da Paraíba, de uma maneira direta e sincera, levando nossa mensagem aos quatro cantos deste Estado.

Vocês me conhecem pelo nome.

Celebramos junto com a nossa gente em grandes encontros que realizamos, na Caravana do Trabalho, que visitou mais de 150 municípios. Fizemos uma grande festa da democracia e do trabalho. Quero deixar meu muito obrigado a cada cidade que nos recebeu, pelo carinho e pela alegria.
Sei da responsabilidade que nos aguarda a partir de janeiro de 2019. E isso me estimula mais ainda. Não os decepcionarei.

Fique certo o povo da minha Paraíba, dedicarei cada momento da minha vida, nos próximos quatro anos, para fazer um estado cada vez melhor.

Que Deus nos ilumine grandemente. Muito obrigado meu pai.
João Azevêdo.

  Se liga como foi a semana de João: ele encontrou com deputados federais e senadores paraibanos, lá em Brasília, onde definiram R$ 59 milhões para obras e ações só para o ano que vem. João esteve também no Ministério da Integração e conversou sobre a liberação de mais recursos para a obra do Canal Acauã/Araçagi e a revitalização da barreira do Cabo Branco. Na quarta, deu entrevista ao programa Conexão Master em que falou sobre o Fórum de Governadores do Nordeste, uma frente para tratar questões da nossa região. E mais: ele garantiu que uma de suas primeiras medidas vai ser reduzir a conta de luz e dobrar o 13º do Bolsa Família. Com João é trabalho, minha gente!

Blog/ Marina locutora/facebook

sábado, 27 de outubro de 2018

João Pessoa ganha voo direto para Belo Horizonte a partir de dezembro

Voo ficará disponível aos sábados durante o período de alta temp.


quem faz o trajeto de ida e volta entre as cidades de Belo Hozironte, MG, e João Pessoa, PB, terá uma nova opção de voo, sem escalas, a partir do dia 20 de dezembro. A alternativa foi confirmada na sexta-feira (26) pela Azul Linhas Áreas. 

O voo direto entre as capitais mineira e paraibana será realizado apenas aos sábados. Ele sai do Aeroporto Internacional de Belo Horizonte - Confins, em Minas Gerais, às 10h e chega em João Pessoa, na Paraíba, às 11h40.
A volta para a capital mineira está prevista para 12h10 e deve pousar às 15h50. O voo ficará disponível de 20 de dezembro deste ano a 14 de fevereiro de 2019, período de alta temporada. 

BLOG/G1 PB

ÁS MARCAS DA POPULARIDADE

               O caminho traçado por milhões de brasileiros permeiam ideias marcantes decorrentes de contraversões mapeadas mediante ás facetas e políticas implantadas nas mais diversas teorias sistematizadas distorcendo direitos humanos e igualitários.

A viabilização de um povo de massas extorquidas de seus de seus direitos e condutas expostas ás claras; impedindo a marcha do futuro condizente.


O candidato á presidência da republica JAIR BOLSONARO,sofreu uma das mais absurdas violências vistas no pais. Um ato de crueldade.A frieza do  homem desferindo o ataque e transparente.


O acesso do candidato entre eleitores acenando a cultivação de sua popularidade firmando o desenvolvimento da conquista junto ao povo. INTERROMPENDO ATIVIDADES DE CAMPANHA.


Os valores sociais intensificados favorecem verdades intensificadas á favor da popularidade coerente a questionamentos democraticamente violáveis.


 SEGURANÇA PÚBLICA  


O agressor conscientemente progride ós próximos passos articulado diante dos eleitores . Um homem aparentemente normal acomete o candidato da república em pleno ofício eleitoral.



Durante o dia ele circulou próximo ao hotel aonde o candidato estava hospedado e segui carros de sua comitiva.


 pensadamente o delinquente ( Bandido) frustaria sua arma branca temendo ás punições?


RETROCESSO: INTIMIDAÇÃO DE SUA AÇÃO? LEGISLAÇÃO DE LEIS E SEGURANÇA PUBLICA MAIS RÍGIDAS.



                                     MEDO OU FRUSTAÇÃO?


Marina sousa

Jornalista

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Bolsonaro: “Se eu assumir, índio não terá mais 1cm de terra”

“Se eu assumir, índio não terá mais 1cm de terra” foi a afirmação do reacionário presidenciável em uma entrevista na cidade de Dourados, no Mato Grosso do Sul, logo antes de dar uma palestra a produtores rurais.



Um discurso racista e reacionário que quer passar por cima do direito mínimo dos povos indígenas: o direito a terra. Em uma região onde os Guarani e Guarani-Kaiowá já sofrem cotidianamente com os ataques à sua terra demarcada, com assassinatos de lideranças.

De acordo com Bolsonaro, conhecido pelas suas posições racistas e que em abril do ano passado defendeu que indígenas e quilombolas não serviriam nem mesmo para procriar, são as ONGs e o governo que estimulam os indígenas a entrarem em conflito. Irônico e revoltante é quão visível a olho nu como o agronegócio está destruindo as matas, ao passo que se os indígenas e quilombolas não tem direito à terra que é sua, isso se deve a proteção a todo custo do Estado da propriedade privada, para garantir a sede de lucro dos latifundiários e das empreiteiras.

Antes de partir para uma atividade na Associação de Comércio, que assim como na palestra para produtores rurais evidência à quem seu discurso assassino serve, também defendeu armar "cidadãos de bem", que na sua concepção são aqueles que podem defender sua moral: contra negras e negros, quilombolas, indígenas, LGBTs, mulheres, imigrantes e todos aqueles oprimidos pelo capitalismo.

A demarcação de terras indígenas e quilombolas, junto à reforma agrária para atacar os latifundiários e empreiteiras precisam ser centrais na luta contra a direita golpista, o judiciário que se crê determinador de todos os rumos do país embebido em seus privilégios e este sistema capitalista que só reserva misérias aos oprimidos.

Filho de Jair Bolsonaro diz que para fechar o STF ‘basta um soldado e um cabo’

Em vídeo de quatro meses atrás, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, do PSL, diz que o Supremo Tribunal Federal poderia ser fechado, caso houvesse alguma tentativa de impugnação da candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência.