sexta-feira, 24 de junho de 2016

Família busca menor desaparecida

Familiares da jovem Noemi Silveira, de 15 anos, buscam ajuda para localizá-la. De acordo com a família, Noemi está desaparecida desde a quarta-feira (22).


A menor teria saído de casa, no Castelo Branco, sem dizer para onde ia e depois disso não deu mais notícias.


À polícia, a mãe informou que a adolescente se relacionava com um homem pela internet e teria saído ao seu encontro.


Ainda de acordo com a mãe, a garota estaria usando uma calça escura e um casaco amarelo neon. Ela teria entrado em contato com um rapaz pelo telefone e disse que pegaria um táxi para ir ao encontro dele, em Recife, capital de Pernambuco.


O suposto namorado virtual de Noemi é residente da cidade de Guarulhos, em São Paulo e estaria viajando para João Pessoa para passar férias e conhecê-la pessoalmente.

A família pede para que as pessoas entrem em contato se souberam de alguma informação através do telefone: 83 9 8830-5130.


PB Agora

Cássio defende petista: “apesar de sermos políticos, também somos gente”

O senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) afirmou nesta quinta-feira (23) considerar um abuso o fato de um juiz de primeira instância, e não o STF (Supremo Tribunal Federal), ter dado a ordem de busca e apreensão no apartamento funcional da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), que é casada com o ex-ministro Paulo Bernardo, preso pela manhã. O despacho da operação de hoje é assinado pelo juiz federal substituto Paulo Bueno de Azevedo, da 6ª Vara Criminal de São Paulo.
“As investigações têm nosso apoio. Contudo, é preciso coibir e ficar atentos a abusos, porque um juiz de primeira instância não tem jurisdição para determinar buscas na casa de uma senadora. Pode até se admitir nas propriedades privadas, mas em uma residência oficial, em um apartamento funcional do Senado, só quem poderia autorizar é o Supremo Tribunal Federal”, afirmou o tucano, em conversa com jornalistas durante sessão da comissão que julga o impeachment da presidente afastada, Dilma Rousseff.
Sobre o fato de o episódio não ter sido comentado pelos senadores durante a reunião, Cunha Lima disse que se tratava de um “silêncio respeitoso”. “Apesar de sermos políticos, também somos gente”, declarou o senador, que disse respeitar dor da família.
Ele disse ainda que precisava manter a coerência, já que criticou o pedido de prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo MP-SP (Ministério Público de São Paulo) e a divulgação dos grampos no telefone do petista, em março. “E fui muito criticado por isso”, disse.
O ex-ministro foi preso no âmbito da Operação Custo Brasil, que é um desdobramento da fase Pixuleco 2 da Operação Lava Jato, de agosto de 2015. Além da Polícia Federal, a ação é comandada pelo Ministério Público Federal e a Receita Federal.Paulo Bernardo ocupou as pastas do Planejamento, entre 2005 e 2011, no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e das Comunicações, entre 2011 e 2015, na gestão da presidente Dilma. As informações são do UOL.

Paraíba já

Empresa é interditada por vender água mineral contaminada, no RS

MP comprovou contaminação por coliformes fecais, limo, mofo e bactéria.Dois sócios e um químico industrial da empresa foram presos.


No Rio Grande do Sul, depois da fraude do leite, agora veio o escândalo da água mineral. Uma empresa foi fechada porque estava vendendo água contaminada.
Amostras do produto, obtidas pelo Ministério Público, comprovaram a contaminação por coliformes fecais, limo, mofo e uma bactéria, que causa infecções respiratórias, urinárias e na pele.
Dois sócios e um químico industrial da empresa foram presos. De acordo com a investigação, eles sabiam que a água mineral estava contaminada e mesmo assim continuaram com a produção e a venda do produto.
Assista à reportagem completa no vídeo acima.
www.g1.com.br/BOM DIA BRASIL

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Diretores da Samarco sabiam que barragem poderia se romper, diz PF

PF analisou e-mails e sistema de comunicação interno da Samarco.Empresa até cogitou mudar vila de Bento Rodrigues para outro local.


Edição do dia 22/06/2016
22/06/2016 20h53 - Atualizado em 22/06/2016 21h04

Diretores da Samarco sabiam que barragem poderia se romper, diz PF

PF analisou e-mails e sistema de comunicação interno da Samarco.
Empresa até cogitou mudar vila de Bento Rodrigues para outro local.

A Polícia Federal concluiu que houve falhas na construção e na segurança da barragem de Fundão e que a mineradora Samarco sabia dos riscos de um acidente. O rompimento da barragem, em 2015, matou 19 pessoas.
Para a Polícia Federal, os e-mails e conversas do sistema de comunicação da Samarco mostram que os diretores cogitaram mudar a vila de Bento Rodrigues, que foi destruída pela lama, por causa do risco do rompimento.
Três anos antes da tragédia, o então diretor de Operações, Kléber Terra, alertou que, no caso de uma ruptura, o fluído viraria uma pasta e alcançaria a comunidade.
 
Em 2014, Kléber informou o presidente da Samarco, na época Ricardo Vescovi, do surgimento de trincas na barragem de Fundão. O presidente pediu atenção e mais informações.
De acordo com o inquérito, a Samarco aumentou a produção na barragem, mesmo sabendo que ela sempre apresentou problemas. A Polícia Federal apontou falhas que vão da construção até o rompimento. A barragem foi construída com materiais diferentes do projeto original.
“Por exemplo, para as galerias de drenagem, onde estava previsto brita e rocha, usar restos de minério fino e estéril. Essa galeria, depois, acabou cedendo. Teve de ser tamponada”, afirma o delegado Roger Lima de Moura.
A polícia também diz que houve falhas na segurança. Em 18 de novembro, o diretor de Operações, Kléber Terra, informou para o gerente-geral de Projetos, Germano Lopes, que o equipamento que monitora a estabilidade da barragem, chamado piezômetro, não estava funcionando no dia do rompimento em quatro pontos.
O supervisor de monitoramento das barragens da Samarco, Wanderson Silva, também falou sobre o equipamento com um funcionário identificado como Léo.
Wanderson: Você lembra de um equipamento, um piezômetro, que tá mais afastado?
Léo: A gente colocou um instrumento lá, Wanderson, porque, não sei se você lembra, quando começou as observações do dreno, a gente estava suspeitando daquele piezômetro 7 que estava com índice um pouco elevado. A gente estava duvidando da consistência dele.
Wanderson: Onde que está essas leituras? Nós não analisamos ele hora nenhuma, porque nem sabia que ele existia.
A Samarco repudiou o que chamou de alegação de conhecimento prévio de risco de ruptura na barragem de Fundão.
www.g1.com.br/jn

LIBERDADE LIBERDADE:Joaquina arma explosão na praça para impedir enforcamento

A revolucionária explica seu plano para André e deixa o irmão assustado

Joaquina (Andreia Horta) está decidida a impedir o enforcamento de Mão de Luva (Marco Ricca) eSimão (Nikolas Antunes)! Depois de fingir um desmaio e conseguir sair do lado de Rubião(Mateus Solano), a revolucionária conta sua verdadeira intenção ao irmão e diz: "Você vai me ajudar no meu plano!".
André (Caio Blat) se assusta com o que ouve: "Plano!? Que plano? Tenho pavor dos seus planos, Rosa!". A filha de criação de Raposo (Dalton Vigh), então, mostra um rastilho de pólvora que termina no monumento em frente à igreja. E dá as instruções ao irmão: "Você só precisa ficar bem atento e me avisar se alguém se aproximar, enquanto eu faço a minha parte".
Será que o plano de Joaquina vai dar certo? Esta cena vai ao ar nesta quinta-feira, dia 23/6. Não perca! Saiba mais sobre o capítulo.

Ex-ministro Paulo Bernardo é preso em Brasília

Paulo Bernardo foi preso em desmembramento da 18ª fase da Lava Jato. 
PF cumpre mandado de busca na casa de Gleisi Hoffmann, em Curitiba.


O ex-ministro ministro do Planejamento do governo Lula e das Comunicações no primeiro governo Dilma Paulo Bernardo foi preso nesta quinta-feira (23) em um desmembramento da 18ª fase da Operação Lava Jato, em Brasília. A operação foi batizada de "Custo Brasil".
A Polícia Federal (PF) informou que um mandado de busca e apreensão também está sendo cumprido na casa da senadora Gleisi Hoffmann, no bairro Água Verde, em Curitiba.
Policiais federais também estão na sede do PT no Centro de São Paulo.
A Polícia Federal indiciou Gleisi Hoffmann (PT-PR) e o marido dela, o ex-ministro Paulo Bernardo, ao concluir o inquérito sobre as suspeitas de que dinheiro desviado da Petrobras abasteceu em 2010 a campanha ao Senado da parlamentar.
A defesa do ex-ministro disse que desconhece as razões da prisão, e que estranha porque Paulo Bernardo sempre se colocou à disposição das autoridades.
A PF afirma ter indícios suficientes contra Gleisi e o marido, o ex-ministro Paulo Bernardo, por suposto envolvimento em crime de corrupção.
As conclusões da Polícia Federal foram anexadas ao inquérito 3979, que tramita no Supremo Tribunal Federal , na Operação Lava Jato.
A PF entendeu que há indícios suficientes de que a campanha de Glesi recebeu R$ 1 milhão em propina. Um novo delator , Antonio Carlos Pieruccini, informou que transportou o dinheiro, em espécie, de São Paulo para Curitiba em quatro viagens e que entregou a quantia para Ernesto Kugler,  empresário que seria próximo de Gleisi.
Segundo a PF, as entregas ocorreram na casa de Kugler e em empresas das quais é sócio.
E que o empresário e o então tesoureiro da campanha de Gleisi, Ronaldo da Silva Baltazar,  se falaram por telefone pelo menos 25 vezes.
Segundo o relatório da Polícia Federal, ao qual a TV Globo teve acesso, o suposto pedido de dinheiro para a campanha de Gleisi teria sido feito ao ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa quando Paulo Bernardo era ministro do Planejamento do governo Lula e só porque o ex-ministro teria conhecimento do esquema de desvios na Petrobras.

G1

Advogados debatem estratégias de defesa e acusação na Comissão do Impeachment

Além disso, Janaína acusou o advogado de defesa, José Eduardo Cardozo, de fugir do debate.

A Comissão Processante do Impeachment terminou a oitiva da segunda testemunha do dia, o secretário de Organização Institucional do Ministério da Defesa, Luiz Antonio de Souza Cordeiro, e suspendeu os trabalhos para almoço dos senadores. Pouco antes, a advogada de acusação, Janaína Paschoal, se queixou da estratégia da defesa de arrolar muitas testemunhas, substituir nomes no curso do processo e expor testemunhas a situações constrangedoras.
“É visível que muitas testemunhas tremem aqui, porque elas são chamadas, de certa forma, não só para exculpar a presidente, mas para fazerem uma autodefesa. Muitas participaram do processo como consultores jurídicos, muitas teriam o papel – digamos assim – de fazer barrar esse processo e não fizeram. Então, estão em uma situação que estão praticamente obrigadas a defender a regularidade de um processo que todos nós sabemos que foi irregular e ilegal. Então, é sim uma situação constrangedora que está sendo imposta às testemunhas, uma situação que é visível até para quem está assistindo de casa”, disse a advogada.
Além disso, Janaína acusou o advogado de defesa, José Eduardo Cardozo, de fugir do debate sobre o objeto principal da denúncia, que são as pedaldas fiscais cometidas em 2015, e tentar restringir o processo às análises dos quatro decretos de suplementação orçamentária editados pela presidenta afastada Dilma Rousseff e sobre os quais ela também é acusada de crime de responsabilidade.
“Estrategicamente a defesa arrolou oito testemunhas por decreto – o que é algo absolutamente inusitado, porque nós estamos diante de uma continuidade delitiva – e quer tentar fazer esquecer que esse processo versa sobre pedaladas, o que é uma situação muito grave, porque os bancos públicos foram instrumentalizados. E o Tesouro não contabilizou os débitos que tinha perante esses bancos públicos”, afirmou.
O advogado de defesa rebateu lembrando que foi a própria comissão que delimitou os objetos de análise do processo e afirmou que há “erros conceituais” na denúncia. “Nas alegações finais nós demonstraremos isso mostrando como há equívocos conceituais relativos à situação orçamentária, porque se tentou construir retoricamente a existência de crimes que não se colocam”, acrescentou.
Cardozo voltou a cobrar respeito ao direito de defesa. “Aacho que o direito de defesa deve se comportar dentro das regras, mas deve ser profundamente respeitado, em que pese as discordâncias que se coloquem. E nem deve ser coagido, intimidado ou, por qualquer tentativa, obstaculizado”, concluiu.
WSCOM